
Terça-feira, 29 de Abril de 2008
Domingo, 6 de Abril de 2008
Em Abril..Neves mil
Não, isto não são fotos de Janeiro ou Fevereiro...são de hoje...
O tempo neste país é mesmo uma caixinha de surpresas e quase que põe em causa a prórpia existência das estações.
Enquanto que em Portugal há muito boa gente que já se aventura a uma ida até à praia aqui eu aventurei-me a fazer bolinhas de neve...
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O tempo neste país é mesmo uma caixinha de surpresas e quase que põe em causa a prórpia existência das estações.
Enquanto que em Portugal há muito boa gente que já se aventura a uma ida até à praia aqui eu aventurei-me a fazer bolinhas de neve...
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Sexta-feira, 4 de Abril de 2008
Oxford
Os 5 dias que tive de férias de Páscoa (para minha grande surpresa também há bastantes feriados no Reino Unido, não tantos como em Portugal claro, mas nisso somos imbatíveis) tinham como objectivo fazer um mini tour pelo sul do país.
Claro que o tempo inglês resolveu pregar uma partida (ou se calhar foi só ingenuidade minha que achei que dois dias de sol significavam que tínhamos entrado na primavera e portanto seria possível andar na rua e pronto ser turista): não faltou frio, chuva, ventos patagónicos e chegou mesmo a nevar...valeu este dia em Oxford.
Apesar de ser bastante turística, o facto de ser uma cidade tradicionalmente académica dá-lhe um ambiente bem diferente de outras cidades inglesas e um ritmo bem mais tranquilo, já que uma boa parte das pessoas se desloca de bicicleta (pouco comum em Birmingham ou Londres).
Para além disso, Oxford parece estar a conseguir manter afastadas as inúmeras cadeias (Starbucks, Subways e claro que já nem falo da McDonalds) que abundam um pouco por todo o país e provocam o desaparecimento dos pequenos cafés e restaurantes, fazendo com que a rua da cidade x seja praticamente igual a da cidade y... torna-se repetitivo e deixa-nos com uma constante sensação de déja-vu e a pensar"mas não acabei de passar por um starbucks?"
Em Oxford não faltam os cafés pequeninos, os pubs antigos (com ar de que muito têm para contar), as ruas estreitinhas entre as universidades e estas só por si fazem com que a cidade pareça um monumento.
Contudo, a cidade transparece um certo ar snob, como se viver e estudar ali não fosse para qualquer um…bom, e se calhar não é.
Ainda assim, um óptimo sitio para se passar o dia.
Claro que o tempo inglês resolveu pregar uma partida (ou se calhar foi só ingenuidade minha que achei que dois dias de sol significavam que tínhamos entrado na primavera e portanto seria possível andar na rua e pronto ser turista): não faltou frio, chuva, ventos patagónicos e chegou mesmo a nevar...valeu este dia em Oxford.
Apesar de ser bastante turística, o facto de ser uma cidade tradicionalmente académica dá-lhe um ambiente bem diferente de outras cidades inglesas e um ritmo bem mais tranquilo, já que uma boa parte das pessoas se desloca de bicicleta (pouco comum em Birmingham ou Londres).
Para além disso, Oxford parece estar a conseguir manter afastadas as inúmeras cadeias (Starbucks, Subways e claro que já nem falo da McDonalds) que abundam um pouco por todo o país e provocam o desaparecimento dos pequenos cafés e restaurantes, fazendo com que a rua da cidade x seja praticamente igual a da cidade y... torna-se repetitivo e deixa-nos com uma constante sensação de déja-vu e a pensar"mas não acabei de passar por um starbucks?"
Em Oxford não faltam os cafés pequeninos, os pubs antigos (com ar de que muito têm para contar), as ruas estreitinhas entre as universidades e estas só por si fazem com que a cidade pareça um monumento.
Contudo, a cidade transparece um certo ar snob, como se viver e estudar ali não fosse para qualquer um…bom, e se calhar não é.
Ainda assim, um óptimo sitio para se passar o dia.
Domingo, 24 de Fevereiro de 2008
Há sempre um Pastel de Nata bem próximo de si...
Esta semana andava a passear pelas (movimentadas) ruas de Birmingham quando reparei pelo canto do olho: “NATA – Pastelaria Portuguesa”. Claro, voltei para trás e entrei. Lá dentro encontrei de tudo um pouco, desde Nestum Mel, Sumol a Sagres nas prateleiras, rissóis, pastéis de massa tenra e uns cozinhados bem portugueses.
Demonstrei aquele entusiasmo meio pateta que sentimos sempre que estamos fora e encontramos algo com referência a Portugal...
Claro que também não faltava o pastel de nata, que na verdade não se parecia muito com o pastel que conhecemos, facto que fiz saber à senhora atrás do balcão - dona do estabelecimento – mas que nada tinha de portuguesa. Ainda assim parecia tão entusiasmada com a minha descoberta quanto eu.
Não faltava o chão a imitar a calçada portuguesa e um ou dois toques que bem faziam lembrar uma qualquer pastelaria no Chiado. E para completar o cenário adivinhem que musica estava no ar…Rui Veloso, nem mais. Tive que me rir, já que o resto da clientela era, como é comum, de origem africana, indiana, paquistanesa que e muito pouco devia perceber das eloquentes palavras do Rui Veloso.
Depois de uma breve conversa com a dona, que lá me explicou como tinha ido parar à frente de uma pastelaria portuguesa no meio de Birmingham, lá fui contente a comer o meu (quase) pastel de natal.
Demonstrei aquele entusiasmo meio pateta que sentimos sempre que estamos fora e encontramos algo com referência a Portugal...
Claro que também não faltava o pastel de nata, que na verdade não se parecia muito com o pastel que conhecemos, facto que fiz saber à senhora atrás do balcão - dona do estabelecimento – mas que nada tinha de portuguesa. Ainda assim parecia tão entusiasmada com a minha descoberta quanto eu.
Não faltava o chão a imitar a calçada portuguesa e um ou dois toques que bem faziam lembrar uma qualquer pastelaria no Chiado. E para completar o cenário adivinhem que musica estava no ar…Rui Veloso, nem mais. Tive que me rir, já que o resto da clientela era, como é comum, de origem africana, indiana, paquistanesa que e muito pouco devia perceber das eloquentes palavras do Rui Veloso.
Depois de uma breve conversa com a dona, que lá me explicou como tinha ido parar à frente de uma pastelaria portuguesa no meio de Birmingham, lá fui contente a comer o meu (quase) pastel de natal.
Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2008
Carnaval
Já foi ligeiramente atrasada, não foi no Rio (foi mesmo em King's Cross) nem o tempo estava particularmente quente (recuso-me a comentar o frio estupido que tem estado...), mas não deixou de ser uma festa de carnaval bem animada!
Uma Amy Winehouse com um ar mais saudável do que é normal mas como de costume em problemas com a autoridade
Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2008
Terça-feira, 12 de Fevereiro de 2008
The Kite Runner
Para quem não viu e/ou não ouviu falar, aqui fica um óptimo filme - The kite Runner, em Português acho que se chama o Caçador de Pipas (que bela tradução...) - que dá uma ideia diferente de um país que actualmente só conhecemos pelas piores razões.
Foi o primeiro filme que vi em Birmingham, no Electric Cinema, que dizem ser a sala de cinema mais antiga do Reino Unido (não sei até que ponto isto é verdade) e que tem a particularidade de ter uns sofás e uma disposição fora do normal e de no preço do bilhete poder estar incluído um copito de vinho tinto e uns snacks para o pessoal se entreter.
Quanto ao filme, é muito bom e recomendo. O livro, se puderem, ainda melhor.
Foi o primeiro filme que vi em Birmingham, no Electric Cinema, que dizem ser a sala de cinema mais antiga do Reino Unido (não sei até que ponto isto é verdade) e que tem a particularidade de ter uns sofás e uma disposição fora do normal e de no preço do bilhete poder estar incluído um copito de vinho tinto e uns snacks para o pessoal se entreter.Quanto ao filme, é muito bom e recomendo. O livro, se puderem, ainda melhor.
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